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Um bate-papo com Luciana Brito

Amigos, hoje vou começar uma nova série de entrevistas, com galeristas. E minha primeira entrevistada é a Luciana Brito, amiga que me dá vários conselhos de arte. A galeria que leva o nome dela existe há mais de 20 anos e é uma das mais bonitas que eu conheço.

Conversamos sobre a fortuna que custa realizar uma exposição de arte com obras estrangeiras no Brasil, principalmente depois de uma mudança que aconteceu em abril no método de cobrança dos aeroportos nacionais para a importação.

“A gente sempre teve muita dificuldade para importar as obras para o Brasil, porque as taxas são altíssimas. E toda a cultura está sendo prejudicada. A SP-Arte sofreu muito com isso, os teatros estão sofrendo…”, desabafou. Eu não entendo essa dificuldade que está se criando para a arte no nosso país!

A Luciana Brito me contou que quando fez uma exposição internacional durante a SP-Arte, por exemplo, teve uma taxa que mudou de R$200 para R$8.000. Agora, como presidente da Associação Brasileira de Galerias de Arte Contemporânea, ela está tomando iniciativas para tentar mudar essa realidade.

Mas falando de coisas boas, ela me contou sobre o bom momento da arte brasileira lá fora, coisa que ela percebeu no último ano, em que a Luciana Brito Galeria abriu uma unidade temporária em Nova York.

Hoje, Luciana representa 25 artistas contemporâneos e alguns históricos, como Geraldo de Barros e Gaspar Gasparian. Ela aproveitou a entrevista para me contar sobre as próximas exposições que acontecem na galeria em setembro, paralelamente à Bienal.

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Por: Silvana Tinelli

Nascida no Egito, mas com o coração dividido entre a Itália e o Brasil, Silvana Tinelli faz de tudo um pouco. Em sua rotina dinâmica, Silvana se divide entre suas paixões: a arte, a criação de suas cerâmicas, as viagens - com segredos que só ela conhece - os eventos com seus amigos, a fotografia e a gastronomia.