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A queima coletiva das cerâmicas em Cunha

Amigos, quando estive em Cunha para visitar o Festival da Cerâmica, tomei conhecimento de mais uma cerimônia superbacana: a queima coletiva das cerâmicas produzidas pelos artesãos locais.

Queima das cerâmicas em Cunha (3)

Neste vídeo, que eu gravei na Casa do Artesão, quem explica o que acontece por lá é o arquiteto português Alberto Cidraes, que, em 1984, construiu seu ateliê e também esse forno coletivo em Cunha.

Desde então, Alberto vem desenvolvendo um trabalho que mistura a antiga técnica oriental de cerâmica de alta temperatura a um imaginário alimentado pelas formas da arquitetura e do design e, em especial, pelas possibilidades plásticas e expressivas da face humana.

Queima das cerâmicas em Cunha (3)

“Como toda obra de arquitetura, esse forno é orgânico e lembra uma árvore. Ele foi sendo criado de acordo com as possibilidades do terreno”, explicou durante nosso passeio.

Depois, todos os presentes acompanharam a abertura das câmeras e conferiram as criações dos artesãos em primeira mão. Foi incrível!

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Por: Silvana Tinelli

Nascida no Egito, mas com o coração dividido entre a Itália e o Brasil, Silvana Tinelli faz de tudo um pouco. Em sua rotina dinâmica, Silvana se divide entre suas paixões: a arte, a criação de suas cerâmicas, as viagens - com segredos que só ela conhece - os eventos com seus amigos, a fotografia e a gastronomia.